Parque Linear da Tamandaré foi inaugurado com investimento de R$ 154 milhões; parte das intervenções de saneamento segue pendente e é alvo da Polícia Federal.
Decisão noticiada em 2026 manteve a responsabilização de Valmir Climaco e outros agentes por manter parentes em cargos comissionados após recomendações do Ministério Público; dez contratações foram anuladas.
Levantamento publicado em 2026 localizou 28 autos entre 1996 e 2014, sendo 27 multas e uma advertência. Três áreas em nome de Valmir também foram apontadas como embargadas.
Contas do convênio da quadra do Jardim Aeroporto foram julgadas irregulares pelo TCE-PA. Em 2026, o Ministério Público Eleitoral usou a decisão para impugnar a candidatura; o TRE-PA rejeitou o pedido e deferiu o registro.
Justiça Federal fixou quatro anos e nove meses de detenção por usurpação de madeira na Fazenda Serra Azul, em Altamira. A imputação ambiental do mesmo processo foi alcançada pela prescrição.
Reportagem cruzou dados da ANAC, Receita Federal e Justiça Eleitoral e apontou divergências entre patrimônio declarado e registros públicos; não há, nas fontes consultadas, decisão de órgão de controle sobre esses pontos.
Denúncia de 2016 tratou de lavra sem licença em área do Amazonas. Em 2022, a imprensa noticiou suspensão do processo mediante condições, entre elas o pagamento de R$ 40 mil ao ICMBio.
Vídeo de março de 2022 levou o MPPA a ajuizar ação civil pública. O caso terminou em acordo de R$ 40 mil, campanha de enfrentamento à violência e carta de retratação.
Ler matéria ↗Assédio eleitoral · MPT e Justiça Eleitoral
MPT obteve liminar e cobrou nova retratação por cumprimento incompleto em 2024. Na esfera eleitoral, a ação por abuso de poder foi julgada improcedente em 2025, com recurso pendente.
Câmara declarou extinto o mandato após o trânsito em julgado da sentença. Dois dias depois, o TJPA apontou erro de intimação e mandou reintegrá-lo; em 2025 o recurso foi provido.
Operação Deseduca apurou fraude em licitações e desvio de recursos do FNDE destinados à educação infantil. Sentenças de março de 2024 apontaram provas insuficientes, e o MPF podia recorrer.
Processo ajuizado em 2016 questionou a execução do contrato da Escola Soldado da Borracha e chegou a bloquear bens. Em 2025, o juízo apontou falhas na obra, mas não viu dolo comprovado.