Operação de 7 de julho de 2019 encontrou a droga, dois fuzis, uma pistola e dois aviões na Fazenda Borboré, às margens da Transamazônica, em Itaituba. Climaco negou envolvimento, e as investigações não estabeleceram ligação entre ele e a droga.
Decisão noticiada em 2026 manteve a responsabilização de Valmir Climaco e outros agentes por manter parentes em cargos comissionados após recomendações do Ministério Público; dez contratações foram anuladas.
Justiça Federal fixou quatro anos e nove meses de detenção por usurpação de madeira na Fazenda Serra Azul, em Altamira. A imputação ambiental do mesmo processo foi alcançada pela prescrição.
Reportagem cruzou dados da ANAC, Receita Federal e Justiça Eleitoral e apontou divergências entre patrimônio declarado e registros públicos; não há, nas fontes consultadas, decisão de órgão de controle sobre esses pontos.
Vídeo de março de 2022 levou o MPPA a ajuizar ação civil pública. O caso terminou em acordo de R$ 40 mil, campanha de enfrentamento à violência e carta de retratação.
Ler matéria ↗Assédio eleitoral · MPT e Justiça Eleitoral
MPT obteve liminar e cobrou nova retratação por cumprimento incompleto em 2024. Na esfera eleitoral, a ação por abuso de poder foi julgada improcedente em 2025, com recurso pendente.
Câmara declarou extinto o mandato após o trânsito em julgado da sentença. Dois dias depois, o TJPA apontou erro de intimação e mandou reintegrá-lo; em 2025 o recurso foi provido.
Operação Deseduca apurou fraude em licitações e desvio de recursos do FNDE destinados à educação infantil. Sentenças de março de 2024 apontaram provas insuficientes, e o MPF podia recorrer.
Processo ajuizado em 2016 questionou a execução do contrato da Escola Soldado da Borracha e chegou a bloquear bens. Em 2025, o juízo apontou falhas na obra, mas não viu dolo comprovado.